12 de mar. de 2009

Se assim escrevo, esborrantando as palavras a vermelho, é para que se veja nelas a cor pulsante das palavras vivas, soltas, e não esquecidas. Podiam ser negras, ou verdes, amarelas vibrantes como o sol, ou o azul profundo dos teus olhos, mas não, escrevo-as a vermelho, sem bandeira politica, sem religião, sem regras, sem pudores, escrevo-as assim, a vermelho, como o sangue que me habita, como a raiva que me cega, como a paixão que me consome.



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